domingo, 5 de dezembro de 2010

um olhar diferente

palavras moribundas que de nada serviram antes da sua morte. ver nascer mais um dia sem sol no meio do cinzento absurdo das ruas. discriminado sem escrúpulos pelos amores e as paixões, antigas e não, que nunca foge.. afinal era mais um puto. não quero fazer juízos de valor mas alguém é o culpado pelo desenvolvimento precoce da falta de moral, e desgosto na vida. o platonismo afinal não existe e não deixo de pensar que talvez nem mesmo o amor seja, de facto, algo presente; umas nuances que se fazem sentir... acho que paixões são camas melhores ou piores e corpos são mais ou menos álcool, os jogos existem para serem jogados e não me venham com merdas, já não há virgens. então não preciso que ninguém me de cortes porque provavelmente não tinham hipótese e os boatos de quem não teve o seu pedaço pouco ou nada me afectam. não tanto como a quem os diz, pelo menos. e acho que não há problema em ser um cabrão, se ser assim me trouxer o que eu quero, que é cona. não dessa forma desesperada que as vossas mentes habituadas a merda imaginam quando ouvem, lêem ou dizem "cona", não. porcos, e víboras, quero cona para comer e deitar fora, espezinhar os namorados e beber copos com os irmãos, criar intrigas entre amigas de longa data e destabilizar a saúde mental dos vossos pais. bacas do caralho 


shau-san!

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