palavras moribundas que de nada serviram antes da sua morte. ver nascer mais um dia sem sol no meio do cinzento absurdo das ruas. discriminado sem escrúpulos pelos amores e as paixões, antigas e não, que nunca foge.. afinal era mais um puto. não quero fazer juízos de valor mas alguém é o culpado pelo desenvolvimento precoce da falta de moral, e desgosto na vida. o platonismo afinal não existe e não deixo de pensar que talvez nem mesmo o amor seja, de facto, algo presente; umas nuances que se fazem sentir... acho que paixões são camas melhores ou piores e corpos são mais ou menos álcool, os jogos existem para serem jogados e não me venham com merdas, já não há virgens. então não preciso que ninguém me de cortes porque provavelmente não tinham hipótese e os boatos de quem não teve o seu pedaço pouco ou nada me afectam. não tanto como a quem os diz, pelo menos. e acho que não há problema em ser um cabrão, se ser assim me trouxer o que eu quero, que é cona. não dessa forma desesperada que as vossas mentes habituadas a merda imaginam quando ouvem, lêem ou dizem "cona", não. porcos, e víboras, quero cona para comer e deitar fora, espezinhar os namorados e beber copos com os irmãos, criar intrigas entre amigas de longa data e destabilizar a saúde mental dos vossos pais. bacas do caralho
shau-san!
shau-san!
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