Severa, como ousas este tormento?
Leda seja a noite neste triste momento.
Acolhe este silêncio... Ab aeterno...
O sufoco do meu lamento, o meu inferno!
Makenshi.
domingo, 24 de outubro de 2010
wz c/ lm
".. i fall a sleep and once again our love is real.. why couldn't i find a way to say, tu eres el amor de mi vida. si solo te pudiera encontrar, con todo el coraçon de mi vida, tu eres mi amor de verdad.." wz, sad sad reality, si solo la pudiera encontrar, doce, tao doce, tao ela. tao doente e tao falso amor, "..se o nosso amor é um combate" lm
shau-san!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Minha querida Vénus
Querida Vénus, que malfeitora me sais com teus encantos tais, que deixas os homens de rastos. Como ousas deixar assim um sentimento tão obscuro e insano que atravessa os corações dos mortais e mundanos e que atrai os mais fracos e puritanos... Devias ter vergonha, minha deusa, em usar a tua beleza tão bela e ofuscante, tão doce e elegante que envergonha a natureza. Qualquer homem se entregaria, rasgava a carne e mataria para te ter nos braços, minha Vénus! Sinto a tentação ao teu perfume doce almiscarado que me atrai e aumenta a pressão do meu coração acelerado. Resisto com bravura de um guerreiro que luta com a sua espada, com valentia, coragem nos campos de batalha mantendo a alma imaculada e rezando que o destino lhe valha.
Doce e frio metal que atravessou o coração, fico gélido sem reacção sentindo apenas o desacelerar do ritmo do coração.... caio inerte no chão derrotado, olhando em redor o sangue derramado... Melíflua Vénus, que foste fazer... enfeitiças os mais fortes a teu belo prazer!! Odeio-te porque te amo, és irresistível, sedutora e se nem os deuses superam os teus encantos, que direi eu, humano.
Makenshi.
Doce e frio metal que atravessou o coração, fico gélido sem reacção sentindo apenas o desacelerar do ritmo do coração.... caio inerte no chão derrotado, olhando em redor o sangue derramado... Melíflua Vénus, que foste fazer... enfeitiças os mais fortes a teu belo prazer!! Odeio-te porque te amo, és irresistível, sedutora e se nem os deuses superam os teus encantos, que direi eu, humano.
Makenshi.
enfim só(s)
quero um cigarro. mais um pouco desse vício dilacerante que sentencia o meu deleite. mais um gole desse teu álcool forte, tão forte, que queima as minhas entranhas negras, moribundas, dissimuladas pela falta de arrependimento que a dor constante e o remorso não afectam, apesar de tão patentes. mais um pouco desse alívio que só o vício me confere. um tentar desesperado de acalmar esta dor, sei lá que dor, que me corrói e me corrompe. visto um casaco e saio gelado, sôfrego da ressaca que não controlo, quase sem forças.. até te sentir, sem vontade de resistir, mas.. resistindo de uma só vez no asfalto. ouço as sirenes, sinto uma nuance de boa vontade de quem apenas cumpre o seu dever. mas dá-me forças, de alguma maneira... as sensações já eram e limito.me a um sussurro nauseabundo a condizer com o aroma que é, de facto, o sintoma de mim, "quero viver..". acordo ligado, anestesiado. levanto-me ainda tombolo, sem um objectivo realmente maior que o de voltar a cair, mas não antes de encontrar o meu repouso escuro de quem te perdeu outra vez, meu vício, minha dor, minha calma.. meu amor
shau-san!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Doce Desejo
Nunca fora um aprisionado a doces, felizmente o meu metabolismo nunca se ressentiu. No entanto, como qualquer ser humano dominado pelo seu apetite e gula, fui provando mas para matar o prazer que enchia os olhos a qualquer individuo. Há quem coma deveras muitos, por conseguinte há o inverso, mas quem come demasiado está sempre sujeito a que um dia, tanta gula resulte em algo menos saudável. Impera, como tudo na vida, um sentido mediano para que, de certo modo, uma pessoa não se deixe abater por tentações... Mas a tentação é a soberana barreira quebrada pelos vícios humanos. Voltando aos doces, que dor, que dor ver um que clama por uma dentada, aquela dentada divina que nos levariam aos céus...Mas Porque não? Porque não ceder ao gosto, à sensação de um "pastel de nata" estaladiço com um creme formoso, delicado que só de o ver já se torna delicioso.... Eu cedo, cedo e entrego-me com o meu olhar ao seu doce sabor... e que sabor só de imaginar... que paladar celestial, sagrado que nos rejuvenesce o espírito que atenua e reconforta a alma.. Esqueço por segundos aquilo tudo que me rodeia, entrego-me e apenas me entrego porque eu quero... sim, eu quero sentir como ninguém... porque eu amo sentir o sentimento que é a perdição dos mortais. Envolvo-me de tal forma que todos os outros bolos deixam de ter sentido, porque aquele é o meu doce, que eu devoro, que eu quero, que eu desejo... No entanto, as aparências iludem e aquele doce que parecia o mais belo o mais agradável de todos acaba por se tornar uma decepção.. ARGGH!!... Já não consigo comer mais... não consigo! Não quero mais corroer o sangue que me envenena o coração!!... O açúcar que me torna diabético perante ti, que me trais com essa tua postura harmoniosa que me encanta e enfeitiça. Mas encontrarei a cura, a cura que me lave a alma impura do teu condimento que me prendeu a ti, minha doce epifania.
Makenshi.
Makenshi.
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